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CBE EM FOCO


TRABALHO MISSIONARIO NA BASE DO MURUCUTUM

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O CASAL SÓ ALEGRIA!

 

evangelismo

Terra chega aos 8 bilhões e não alcançados são desafio

Povos, línguas e nações ainda podem ser alcançados nesta geração.

Em 1800 o planeta registrou o seu primeiro bilhão de habitantes, passando a experimentar um aumento populacional cada vez mais acelerado. E, crescendo cada vez mais, o desafio de evangelizar povos não alcançados se torna cada vez maior.

De acordo com a Alliance for the Unreached, 40% da população mundial ainda não tiveram a oportunidade de aprender sobre o Evangelho. São cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda não ouviram as Boas Novas de Jesus Cristo.

Somente no continente asiático, 60% da população ainda desconhece Jesus Cristo e muitos países ainda não receberam missionários para pregar o Evangelho. Até mesmo no Brasil existem pessoas que ainda não foram alcançadas pelo Evangelho.

Segundo cálculos da ONU, o mundo atingirá a marca de 8 bilhões de habitantes no dia 15 de novembro, mas o Cristianismo continua distante de sua meta de alcançar todas as nações e estudos revelam que a população continuará se expandindo ao longo do século, quando atingiremos 10 bilhões em 2058.

Grande Comissão

Embora existam várias organizações atuando para espalhar o Evangelho aos povos, com ações que incluem distribuição de bíblias, cruzadas e plantação de igrejas, muitos líderes avaliam que pouco tem sido feito e que é preciso fazer mais.

O desafio da Grande Comissão, como é chamada a ordenança de Jesus Cristo para evangelizar os povos (Mateus 28:16-20), tem sido justamente a falta de unidade da Igreja. Lideranças ainda se comportam como se cada denominação fosse concorrente umas das outras.

Já na perspectiva dos membros, os líderes continuam investindo pouco em missões, o que dificulta o sustento de missionários em nações que ainda não foram alcançadas pelo Evangelho. Somado a isso, existe as mudanças políticas que impõem a desaceleração no ritmo da evangelização global.

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Outro aspecto importante diz respeito a falta de maturidade dos membros das igrejas, que forçam os pastores a investir em eventos e pregações com foco em seu desenvolvimento pessoal, desvirtuando o propósito principal do Evangelho.

Geração evangelizadora

Embora o crescimento populacional seja um desafio para a evangelização global, existem diversos fatores para a Igreja comemorar. Começando pelo surgimento de uma geração evangelizadora. Jovens que desejam alcançar o mundo para Jesus Cristo e que dedicam suas vidas neste propósito, inclusive abrindo mão de outros planos para suas vidas.

O desejo por cumprir o “ide” de Jesus Cristo despertou uma geração com mais informações, com desejo de conhecer outras culturas e que compartilha um amor pelas almas, além de ter acesso a uma tecnologia que acelera a globalização.

Sobretudo, a tecnologia tornou possível conversar com pessoas de outras culturas, línguas e povos de forma cada vez mais simples. A geração de evangélicos que nasceu ouvindo a pregação da Palavra de Deus deseja usar tudo isso em favor dos povos não alcançados.

Um outro fator importante a considerar, diz respeito ao movimento populacional que conflitos, fome e busca por melhor qualidade de vida tem causado, prevendo que nas próximas décadas a imigração continuará acontecendo, principalmente em países de alta renda.

Os desafios que retardam o alcance da tão sonhada meta de evangelizar todos os povos podem ser superados através do planejamento. Se ao longo dos próximos anos, a Igreja estiver disposta a priorizar essa missão, certamente será nesta geração que veremos o Evangelho sendo pregado em todos os povos, línguas e nações.

Batistas e missões

“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obeceder a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.”
Mateus 28.19-20

Batistas em todo o mundo estão empenhados em missões e evangelismo. Os dois termos se relacionam mas são distintos. Evangelismo inclui compartilhar o evangelho de Jesus Cristo com palavras e ação. Embora seja verdade que cada cristão está “em missão”, “missões” envolve o envio de pessoas para compartilhar o evangelho com pessoas com quem normalmente não teriam contato. Ser enviado por Jesus em missão faz parte do que significa segui-lo (João 20:21).

A história de missões dos batistas
Hoje, os batistas são um povo missionário. Mas nem sempre foi assim, especialmente em relação a missões em lugares distantes e a diferentes culturas. Os batistas tinham seu foco nas pessoas que estavam por perto, que eram semelhantes a eles em termos de língua, cultura e geografia.

No entanto, no final dos anos 1700, missões mundiais começaram a ser parte vital da vida Batista. Um líder que influenciou a mudança foi William Carey, um pastor bivocacional da Inglaterra. Carey era um aluno brilhante tanto da Bíblia como de idiomas e culturas do mundo. Seu estudo da Bíblia o levou a crer que Deus queria que todas as pessoas em todos os lugares ouvissem o evangelho. Outros batistas se juntaram a ele para formar a Sociedade Missionária Batista, no outono de 1792. A Sociedade comissionou Carey como missionário para a Índia.

O espírito missionário se espalhou para os Estados Unidos. Ana Hasseltine Judson e seu esposo, Adoniram, juntamente com Luther Rice, foram nomeados como missionários congregacionais para a Índia em 1812. Na viagem marítima para a Índia e logo depois que chegaram, um estudo cuidadoso da Bíblia levou-os a se tornarem batistas. Rice voltou para os Estados Unidos para buscar apoio dos batistas para Judsons. Em grande parte como resultado dos esforços de Rice, batistas formaram sua primeira organização nacional, e era dedicada a missões.

Batistas continuaram seus esforços em missões locais, mas também tornaram-se pessoas de missões mundiais. Hoje, muitas organizações batistas em muitos países enviam e apoiam milhares de missionários em todo o mundo.

A base para missões
A maioria dos batistas acreditam firmemente que a Bíblia ensina que fazer missões é obrigatório e não facultativo, e que a cooperação voluntária entre os indivíduos e as igrejas para missões está de acordo com a prática das igrejas do Novo Testamento. Eles estabelecem organizações para realizar missões em um nível global.

A crença no Senhorio de Cristo é essencial para os batistas. Como Senhor, Cristo comanda que o evangelho seja levado a todas as pessoas em todos os lugares (Mateus 28: 18-20; Atos 1: 8). Além disso, Jesus deu exemplo de compromisso missionário e nos chama a segui-lo (Mateus 16:24; Lucas 09:59; 1 Pedro 2:21).

Batistas acreditam que a Bíblia é a autoridade para a doutrina e o governo. A Bíblia é um livro missionário, não apenas um livro sobre missões. Desde o início em Gênesis (12: 1-3) até a sua conclusão em Apocalipse (5: 9; 7: 9) a Bíblia proclama o desejo de Deus que todos no mundo o conheçam e sejam salvos. Para compartilhar essa boa notícia é necessário o envio de cristãos para espalhar a palavra de salvação (Romanos 10: 8-15). Eles vão no poder do Espírito Santo (Atos 1: 8), sabendo que aquele que crê em Jesus será salvo(João 3:16; Romanos 10:13).

A Bíblia mostra que os primeiros seguidores de Cristo acreditavam em missões. Eles anunciaram que o evangelho era para todos em todos os lugares. Eles juntaram ações às suas palavras. As primeiras igrejas enviaram missionários que superaram barreiras da geografia, língua e cultura para espalhar o evangelho (Atos 13 ). Temos que seguir o exemplo deles.

Tipos de atividades missionárias
Atividade missionária inclui testemunho pessoal e  plantação de igrejas, bem como variados ministérios como nas áreas da saúde, educação e agricultura. Tudo isso envolve compartilhar o evangelho.

As pessoas costumavam pensar em missões em termos de locais específicos, e missionários eram enviados para trabalhar em escala local, regional e nacional. Embora isso ainda aconteça, geografia já não é o único fator de organização. Onde quer quer haja pessoas sem o evangelho, há lugar para missões.

Houve um tempo em que era esperado que os cristãos que eram enviados a fazer missões passasem toda a sua vida no campo. Missionários de tempo integral ainda são uma parte vital para missões. No entanto, muitas outras pessoas agora estão envolvidas em missões, como voluntários em missões de curto prazo.

No passado, as igrejas eram envolvidas em missões principalmente enviando dinheiro e despertando cristãos para servirem como missionários. Hoje, as igrejas continuam fazendo isso, mas muitas também estão envolvidas diretamente com atividades missionárias. Elas mandam regularmente grupos para realizar vários tipos de serviço missionário. Organizações denominacionais estão disponíveis para auxiliar na coordenação desses esforços.

Além de igrejas, colégios Batista, instituições de cuidado de crianças, e centros médicos executam o serviço missionário. Organizações batistas compostas por voluntários podem trabalhar de forma eficaz em missões.

Batistas cada vez mais em todo o mundo estão participando em missões. Houve um momento em que muitas áreas só recebiam missionários, mas agora estão bastante envolvidos no envio de missionários.

O suporte para missões
Batistas apoiam missões de várias formas. Igrejas enviam uma parte dos dízimos e ofertas dos membros para agências missionárias, para investir em suas próprias atividades missionárias e para despertar vocacionados para o serviço missionário.

Várias entidades denominacionais batistas ajudam no apoio de missões. Agências missionárias oferecem treinamento e apoio para missionários de carreira bem como para voluntários. Convenções e uniões encorajam o suporte financeiro e as orações para missões. Organizações de mulheres são efetivas na educação missionária, oração, levantamento de recursos e ações missionárias. Faculdades, universidades e seminários oferecem treinamento para missionários, cursos sobre missões e patrocinam conferências missionárias.

Os batistas tem um papel importante no apoio missionário. Eles oram e encorajam missionários, enviam dinheiro, promovem atividades e entregam seus filhos e filhas para missões.

O apoio financeiro para missões feito pelos batistas é sempre voluntário. No entanto, apelos fervorosos são feitos para que as pessoas ofertem sacrificialmente para missões. A denominação batista desenvolveu várias formas de canalizar as doações voluntárias para missões, como os programas cooperativos.

Os desafios para missões
Existem desafios para missões hoje e no passado. Alguns desafios vêm de dentro da família Batista. As visões extremas sobre a predestinação e autonomia da igreja local diminuem o apoio à missões. Pessoas e igrejas focadas para dentro em vez de ter uma perspectiva global deixam de realizar o imperativo missionário da Bíblia. Conflito dentro da denominação ameaçam desviar a atenção de missões e de enfraquecer o apoio para as missões.

Por outro lado, as tendências confusas e complexas criam sérios desafios externos. O aumento do nacionalismo combinado com o ressurgimento das religiões do mundo obstruem os esforços missionários em muitos lugares. Várias cosmovisões que impedem a evangelização, como o materialismo, o relativismo e universalismo também afetam missões. Fazer missões de formas ultrapassadas reduzem a sua eficácia.

Talvez o maior desafio é obter financiamento e pessoal adequado para atender a enorme necessidade missionária no mundo. Jesus disse, “A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.” Ainda hoje é verdade. Então, vamos orar como Jesus ensinou, que o  Senhor da seara “envie trabalhadores para a sua colheita” (Mt 9, 37-38).

Conclusão
Batistas têm escrito e continuam escrevendo um grande capítulo na história de missões. No entanto, ainda há muito a ser feito. Enquanto batistas servem nos campos missionários do mundo, ofertam e oram, Deus pode usa-los para impactar significativamente a vidas de milhões.

“A heresia mais grosseira da qual uma igreja pode ser culpada é ignorar ou repudiar o dever missionário.”
H. E. Dana
Um manual de eclesiologia, p. 233

Batistas: O que faz de um batista um batista?

“Antes, santifiquem Cristo como Senhor em seu coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que pedir a razão da esperança que há em vocês.”
I Pedro 3.15 (NVI)

“Eu acredito em ser cristão—eu não quero ser parte de uma denominação”. Você já ouviu uma declaração como esta? Parece piedosa, mas faz parecer que há algo de errado em pertencer a uma denominação de cristãos.

O que é uma denominação?
Às vezes as pessoas não fazem distinção entre a denominação e a organização religiosa. “Denominação” descreve um conjunto de crenças e práticas em comum de um grupo de pessoas. Denominações geralmente criam várias organizações para ajudar a cumprir seus valores e crenças. Mas organizações não são denominações, são somente uma expressão delas. Por exemplo, a Convenção Batista Geral do Texas, a Convenção Batista do Sul e a Aliança Batista Mundial não são denominações separadas, são organizações dentro da denominação batista.

Embora algumas pessoas pensem que seria ideal que todos os cristãos tivessem exatamente as mesmas crenças e seguissem as mesmas práticas, não é isso que acontece, e nunca foi. Desde o início do movimento cristão, várias opiniões existiram sobre diferentes assuntos, como a natureza da igreja, o caminho da salvação e o significado do batismo.

Denominações são um fato. Elas existem e não vão desaparecer. Na verdade, algumas, como a denominação batista, estão crescendo pelo mundo afora. E as denominações são importantes. Elas fazem uma grande diferença nas vidas das pessoas e no mundo. A denominação a qual pertence uma pessoa certamente tem impacto na sua vida. Por isso, é importante saber no que as denominações acreditam e o que praticam.

O que distingue os batistas?
Se alguém perguntar a você, “Qual é a principal distinção entre Batistas e outras denominações?” O que você diria? É o batismo por imersão das pessoas que acreditam em Jesus Cristo como Senhor e Salvador? É um compromisso forte ao conceito de sacerdórcio cristão? É a crença duradoura na liberdade religiosa?

Batistas certamente acreditam nisso. Mas cristãos de outras denominações também, apesar de em alguns casos haver um pouco de diferença de interpretação.

O fato é que não existe uma única crença ou prática que distingue os batistas dos outros cristãos. Então, o que faz um batista ser batista?

Uma combinação de crenças e práticas diferenciam os batistas dos outros grupos cristãos. Há um conjunto distinto de doutrinas e forma de governo para batistas, algo como uma receita batista. Como a maioria de receitas, cada ingrediente não é único dos batistas, mas a mistura final é distintamente batista. Apesar de alguns desses igrendientes serem parte da receita de outros grupos cristãos, nenhum outro gupo faz a mesma combinação de crenças e práticas como os batistas fazem.

Batistas vêm em uma variedade de “sabores”. Eles têm diferentes interpretações de certas questões, como a segunda vinda de Cristo, estilos de culto e de organização denominacional. Mas todos os batistas tem os mesmos ingredientes básicos. Existem certos ingredientes que precisam ser incluídos, ou a receita não produz um batista. Deixe de fora a farinha de milho do pão de milho e substitua por farinha farinha branca, e você não terá pão de milho. Da mesma forma, deixe de fora um ingrediente-chave da receita batista e você não terá um batista.

A “receita Batista”
Quais são os ingredientes principais da “receita batista?” Alguns são os mesmos de quase todas as denominações cristãs, tal qual a crença em Deus e em Jesus Cristo como Salvador. No entanto, existem crenças batistas extremamente importantes que diferem dos de outros grupos. Por exemplo, apesar de quase todos os grupos cristãos afirmarem que o batismo é importante, batistas têm uma visão diferente da maioria sobre o assunto. Nas próximas semanas essa série irá explicar a diferença e por que isso é importante.

A “receita Batista” inclui várias crenças fundamentais e doutrinas:

  • o Senhorio de Jesus Cristo
  • a Bíblia como a única autoridade de fé e prática escrita
  • competência da alma
  • a salvação do pecado e da morte eterna para o perdão e vida eterna pela fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, que é o dom da graça de Deus
  • o sacerdócio do crente e todos os crentes em Cristo
  • batismo do crente
  • batismo e a Ceia do Senhor como maravilhosamente simbólicos mas não essenciais para a salvação.
  • membresia da igreja composta somente por pessoas nascidas de novo.
  • liberdade religiosa e seu corolário: a separação entre a Igreja e o Estado.

Construídas sobre o fundamento dessas crenças estão certas práticas e sistema de governo que são parte da receita batista:

  • governo da igreja congregacional sob o senhorio de Cristo.
  • a autonomia das igrejas
  • cooperação voluntária para várias causas

Intimamente ligadas a essas crenças e práticas estão algumas ênfases que caracterizam a maioria dos batistas:

  • evangelismo
  • missões
  • educação crista
  • ministério
  • preocupação social / engajamento social

Para realizar essas ênfases, os batistas foram organizados de várias formas além das igrejas locais, como associações, sociedades, convenções, parcerias, uniões e alianças. Os batistas também estabeleceram inúmeras instituições: de educação, missões, cuidado de crianças, idosos e doentes. O igrediente comum de todas é a cooperação voluntária.

Os batistas se esforçam para basear cada crença, prática, ênfase e organização nos ensinos da Bíblia. O desejo dos batistas é ser o mais próximo possível do modelo do Novo Testamento para o cristão individual e para a igreja, por meio da ajuda de Deus para intrução e poder o Espírito Santo.

Que diferença isso faz?
Que diferença faz a denominação de uma pessoa? Faz muita diferença. Há vários crentes dedicados em várias denominações, mas há crenças diferentes que temos como batistas que são convincentes para sermos parte da denominação batista. Por exemplo, batistas acreditam que a salvação é pela Graça mediante somente a fé e não Graça/fé mais o batismo, ou sacramento, ou membresia da igreja. Batistas insistem que a igreja deve determinar quem será seu pastor, ao invés de ter um pastor designado por uma pessoa ou grupo de fora da congregação local.

A denominação batista importa? Claro que sim! A denominação batista fez e continua fazendo diferença no mundo. Por exemplo, nós somos livres para adorar em nosso país, em grande parte, devido ao sacrifício e esforços não egoístas de pessoas que foram parte da denominação batista. Batistas têm defendido a liberdade religiosa para todos de acordo com sua consciência sem interferência do governo ou organizações religiosas. Eles fizeram isso apesar de perseguição. Batistas continuam trabalhando em favor da liberdade religiosa para todos ao redor do mundo.

“Como princípios batistas são peculiares aos batistas, toda igreja batista, com todos os seus compromissos, do pregador ao professor da Escola Bíblica Dominical, devem representar, na comunidade onde proclama a Palavra, algo diferente de qualquer outra congregação.”
J. B. Gambrell (1841-1921)
Pastor batista, presidente de universidade, editor,
professor de seminário e renomado líder denominacional.